Assista ao incrível TV Spot de Super Mario Maker do Nintendo WiiU



Review: Chuck Rock II – Son of Chuck


O Master System é um console com uma biblioteca modesta e repleta de títulos inesquecíveis, então saiba que não foi ao acaso que a SEGA fora um dia, a grande rival da Nintendo.

Grandes títulos apresentados no Mega Drive acabavam por serem portados ao console 8 bits, isso quando não eram praticamente refeitos, tudo para não desamparar os detentores do console 8 bits.

Há muito o que ser dito sobre essas duas gigantes do século XX, mas hoje o foco será Chuck Rock II – Son of Chuck, que foi lançado em 1993 para Amiga, Amiga CD32, Sega Game Gear, Sega Mega-CD, Sega Master System, Sega Mega Drive/Genesis – Diferente do seu antecessor, esse a Nintendo não teve acesso, pelo menos na época.

Chuck Rock II começa depois de longos 9 meses desde a comemoração caliente de Chuck e Ophelia – que havia sido resgatada no primeiro título. Agora Chuck trabalha em uma empresa onde esculpe carros em ROCHAS, que provavelmente deve ser o trabalho mais difícil do mundo, depois de limpar fornos de cerâmica.

Bem, um pai precisa trabalhar para sustentar a cria.

Apesar do trabalho escravo do troglodita barrigudo, a vida era boa e o amor reinava na casa. O que Chuck não contava é que seu trabalho excelente o tornou alvo da empresa rival. E com uma maldade comparável aos vilões da novela da sete, a empresa rival sequestrou Chuck como forma de alavancar as vendas e ferrar com as concorrentes.


Ophelia sendo apenas uma mulher oprimida perante as leis machistas impostas pelos trogloditas misóginos, coxinhas burgueses, não poderia abandonar a cozinha, então incumbiu o seu varão Chuck Jr da responsabilidade de resgatar o provedor da casa.

Munido de apenas um dente e seu fiel tacape, ele precisara passar por caminhos não tão inóspitos e alguns repletos de inimigos bizarros.

Chuck Jr enfrentará moscas varejeiras, trogloditas com distúrbios de personalidade amante de Barney o dinossauro, uma mulher saltadora com seios ENORMES – Que em minha opinião não deveria ser a inimiga e sim a fonte de reposição das mamadeiras de Chuck Jr.

Há também plataformas escondidas pelas fases, algumas invisíveis e outras apenas em posições de difícil acesso, então não espere por muita moleza, mas também não espere por um jogo difícil.


Graficamente falando temos um avanço se comparado ao seu antecessor que se limitava a um cenário de fundo escuro, enquanto aqui temos cores e detalhes, mesmo que simples, mas bem trabalhado.

Os personagem e os inimigos são muito bem desenhados, principalmente ao se movimentar, apesar de que na tela de apresentação de fases, Chuck Jr está incrivelmente feio, parece um anão careca de 40 anos.

Já musicalmente falando temos uma trilha deverás agradável e que provavelmente não o levara a perfurar os tímpanos enquanto grita histericamente “FAÇA-OS PARAR, FAÇA-OS PARAR” como aconteceu comigo enquanto jogava Lawnmower man do SNES. Então não se preocupe, pois aqui mesmo que ela soe um “tiquinho” repetitiva, não incomoda ou atrapalha a jogatina.


Os controles respondem bem aos comandos e você não vai sofre pra executar saltos, talvez um pouco, mas isso é problema de coordenação motora.

Chuck Rock II – Son of Chuck pode não ser tão bom visualmente quanto suas versões para 16 bits, mas aqui não faz feio e oferece muita diversão a todos os amantes desse belo console da SEGA.

O desafio não é tão alto, mas vai conseguir arrancar alguns palavrões bem feios, então se procura um bom retrôgame para passar algumas horas, Chuck Rock II é uma boa pedida.

Deixo com vocês a ótima trilha sonora da versão Sega CD:


Review: Game of Thrones - A Telltale Games Series

Review baseado no primeiro episódio: Iron from Ice

Eu não sou o que possa ser chamado de fã de Game of Thrones. Não tenho o menor saco pra assistir a série da HBO, mas gosto do universo rico criado por George R. R. Soares Martin e muitos dos personagens dela são carismáticos, ou odiosos em igual percentagem. Mas ainda assim não tenho tanta vontade de mergulhar no reino das Crônicas de Gelo e Fogo e Putaria. Minha única experiência com Game of Thrones havia sido no RPG do Cyanide, e mesmo assim o abandonei após algumas horas de jogo (pois eu me entedio com facilidade). Recentemente o pessoal da Telltale Games liberou o primeiro episódio da versão episódica de Game of Thrones nas redes online (Na PSN e na Live), assim como anteriormente fizeram com a versão móvel (ou foi com o primeiro episódio de alguma série deles, eu não sei e não faço questão de saber). E é deste episódio que você está lendo o review neste exato momento.


Iron From Ice é o primeiro dos seis episódios de Game of Thrones e assim como o RPG, pega uma trama paralela, porém (aqui), intrincada com os eventos do Casamento Vermelho (na terceira temporada da série). Nele, controlamos um grupo de personagens (em locais e tempos diferentes) e temos que tentar sobreviver ao ninho de vespas que é a intriga política de GoT. Eu queria ser mais específico quanto ao roteiro, mas eu não me apeguei tanto a ele assim.


Controlar os personagens jogos da Telltale, sem brincadeira nenhuma, é um parto. A movimentação é lenta e bem artificial, com os personagens se movimentando (nas seções em que precisamos andar) com a velocidade e agilidade de uma placa tectônica. As partes de "ação" do jogo são uma piada e completamente desajeitadas. Eu, apesar de também usar o PC pra jogar, estou completamente acostumado a jogar com controle, porém aqui, eu senti uma ânsia, uma extrema vontade de usar a combinação mouse/teclado. Os comandos são pífios, e o pouco tempo que você tem pra reagir, dá margem maior a "erros" fatais.


Erros esses que acarretam em mortes... Que não são permanentes, já que não são as scriptadas pelo roteiro, e basicamente te levam pro último savepoint. A única coisa em termos de gameplay que dá certo ali, é a questão das escolhas, que amarram bem e dão um real clima de tensão ali. Muitas vezes você vai precisar escolher entre o que você gostaria de fazer e o que você deve fazer, e nem sempre a escolha será a certa. E as mortes ocorridas de escolhas, são permanentes.



Visualmente, na minha opinião, poderia ter sido MUITO MELHOR. A movimentação dos personagens é robótica e deixa a desejar, porém a construção dos cenários é muitíssimo rica, remetendo com grande exatidão o universo transmitido na série da HBO. E os personagens são uma faca de dois gumes. Personagens famosos, como Jon Snow, Tyrion Lannister e Daenerys Targaryen estão bem modelados e reconhecíveis, porém, para os personagens novos, desconhecidos (e que controlamos a maior parte do tempo), ativaram o modo NPC Generic Generator, e criaram personagens que ainda críveis no mundo de Game of Thrones, não marcam o jogador (como Clementine, em Walking Dead) e você provavelmente não lembrará deles ao terminar sua jogatina. Você não agradecerá os produtores se o Rodrik sobreviver ao fim do episódio, nem fará campanhar por isso.

Sonoramente, é um jogo bastante convincente. A dublagem do jogo é bem feita, apesar de alguns NPC's canastrões, os personagens principais foram bem dublados, e novamente o destaque fica pros personagens já estabelecidos na franquia Peter Dinklage, Natalie Dormer, Lena Headley e Kit Harington (pra citar alguns), conseguem passar a dimensão de seus personagens, é claro, dentro das limitações dos mesmos.

Finalizando, se você é MUITO fã de Game of Thrones e sei lá, quer desperdiçar seu dinheiro, talvez considere a compra, mas se você não tem tanto apreço pela série, e nem é iniciado nos adventures da Telltale, francamente, espere alguma outra produtora ter culhões de fazer um jogo baseado na obra de George R.R. Martin, porque esse aqui não é pro teu bico, to falando pro seu próprio bem.

 Nota final: 6/10 (E olhe lá)

ZombiU não é mais exclusivo, Obrigado Ubisoft!


Um dos maiores motivos para se ter um WiiU, segundo a opinião de alguns gamers era o ZombiU.  Obviamente que uma grande parcela chorou lagrimas de sangue e xingou muito no twitter pelo fato desse game nunca ter recebido um port, mas hoje isso mudou. 

Ubisoft anunciou que o jogo não é mais exclusivo do console da Nintendo, e vai receber um port para os consoles Xbox One e PlayStation 4, e claro, PC.

O que é bom para uns e triste para quem ainda tem um Xbox360 ou PS3, mas não deixa de ser uma ótima notícia.


Com data prevista para o dia 18 de agosto, esse port contará com algumas novidades boas e uma ruim, que é a remoção do modo multiplayer - possivelmente retirado devido ao fato de que o uso do GamePad era essencial as partidas, visto que era possivel colocar zumbis no caminho dos sobreviventes.

As boas novas que ZombiU agora se chama apenas Zombi, e foi incluído novas armas de fogo e mais duas armas brancas, sendo a primeira uma pá, que possui um alcance maior de ataque e um taco com pregos que causa danos críticos. Ah, e a lanterna recebeu melhorias, pois agora é possível aumentar o campo de visão alcançado, apesar de sacrificar mais a bateria.

No trailer de divulgação foi usado a música "London bridge is falling down" que tornou tudo mais obscuro e sensacional:


BIG - Brazil´s Independent Games Festival abre inscrições para jogos em desenvolvimento


O primeiro e maior evento de jogos independentes da América Latina, o BIG Festival, está com as inscrições abertas para o BIG Starter, programa dedicado somente às desenvolvedoras brasileiras, que selecionará projetos de games nacionais inéditos. Os grandes vencedores, nas categorias ‘Melhor Jogo de Entretenimento’ e ‘Melhor Jogo Educativo’, vão receber um prêmio de R$ 20 mil cada. As empresas precisam ter apenas um jogo ou demo minimamente jogável, e têm até 15 de Maio para inscrever seus projetos. A seleção dos vencedores acontecerá em 2 de Julho, dentro do BIG Festival, que será no Centro Cultural São Paulo de 27 de Junho a 5 de Julho, com entrada gratuita.
Os jogos inscritos serão analisados por uma junta de especialistas, da qual fazem parte Jeferson Valadares, Vice Presidente de Produtos da Bandai Namco Games America, e Jason Della Rocca, co-fundador da Execution Labs, Montreal, uma das aceleradoras mais proeminentes do mundo. As inscrições podem ser feitas pelo link www.bigfestival.com.br/bigstarter.
Na primeira edição do BIG Festival, em 2012, o vencedor da categoria foi o projeto XH2O, jogo para smartphones e tablets da Petit Fabrik, de Manaus. No ano passado, quem ficou com o prêmio foi o game online Full Metal Wars, da paraibana Prosperity Games, que já está em fase de publicação Closed Beta. Na ocasião, o título era conhecido como Jotunheim Project.
Sobre o BIG Festival
         O BIG Festival (Brazil's Independent Games Festival), primeiro festival de mercado com foco na produção independente de games do Brasil e único na América Latina, visa fortalecer a produção independente de games no Brasil por meio da capacitação de profissionais, troca de experiências e intercâmbio de produtos, e se estabelecer como ponto de encontro e de referência para desenvolvedores de jogos nacionais e internacionais. A programação inclui atividades exclusivas para profissionais da área e outras abertas ao público.
O BIG tem patrocínio do BNDES - Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, Prodesp - Companhia de Processamento de Dados do Estado de São Paulo e SEBRAE – Serviço Brasileiro de Apoio às Pequenas e Micro Empresas;  em parceria com a Apex-Brasil - Agencia Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, ABRAGAMES - Associação Brasileira de Desenvolvedores de Jogos Digitais e Projeto Setorial de Exportação Brazilian Game Developers. Realização Ministério da Cultura,  Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo e SPCine.
Redes Sociais

3º BIG Festival (Brazil's Independent Games Festival)
De 27 de Junho a 5 de Julho (Segunda, 29, não abre)
Fórum de Negócios do BIG: 1, 2 e 3 de julho
De terça a sexta: 10h às 20h / Sábado e domingo: 10h às 18h
Centro Cultural São Paulo - Rua Vergueiro 1000 – Paraíso, SP
Entrada: Gratuita

Review: Chroma Squad


Se você é um jovem na casa dos vinte e poucos ou já passou dos trinta e tantos, possivelmente você assistiu aos Tokusatsus na manchete, não? Ou na Record, Globo, Gazeta, SBT, etc, etc, etc. Estou correto? Pois bem, na época onde o mertiolate ardia e o Biotônico Fontoura era o único contato de crianças normais ao álcool, e se permitia tudo (como bonecos de Ação de Rambo), era normal que nós, seres infantes, pequenos exus, brincássemos de lutinha, fazendo nossos próprios tokusatsus, certo? Nos anos 90 isso não mudou muito, pois muita gente brincava de Power Rangers... O que tecnicamente é a mesma coisa, já que tudo não passava de uma desculpa esfarrapada pra batermos em nossos amiguinhos e eles ainda gostarem da gente. Sim, não me olhe com essa cara que você também era assim! Viu? O fato é que adorávamos fingir que éramos nossos heróis favoritos. E um jogo recém lançado nos dá a chance de criarmos nossos próprios heróis. Falo é claro, de Chroma Squad, jogo brasileiro que permite a criação de um Super Sentai... Será que ele vale a pena?

Chroma Squad é a nova criação do Behold Studios, que você deve conhecer por causa do excelente Knights of Pen & Paper. Nele, você controla um grupo de dublês de Super Sentai que insatisfeito com as condições de trabalho em Super Rangers, decidem largar o estúdio e criar seu próprio sentai. A partir daí, eles precisam gerenciar os recursos e orçamento e elaborar os episódios com o que tiver. E conforme a história avança, as coisas se tornam cada vez mais elaboradas e incríveis. Eu não posso contar mais sobre o roteiro do jogo, que senão eu estarei dando spoilers.


O jogo é um mix de gerenciamento de estúdio de sentai (de maneira simplificada, comparando com a vida real) e rpg tático. A parte de gerenciamento depende da dificuldade em que você escolhe, mas no geral as coisas se baseiam em construção (crafting) de itens (recomendo que use o crafting para o mecha), gerenciamento de recursos (monetário e de fãs) e marketing. Além é claro, de responder e-mails de fãs, que podem lhe garantir bônus de pontos para usar melhor os recursos. Com o dinheiro conseguido nos capítulos da série (explicarei mais adiante), você pode comprar equipamentos novos, melhorar seu estúdio (que lhe garantirá bonus) e bancar a agência de marketing de seu show.




Explicando parece ser complicado, mas fique calmo que tudo funciona de maneira tranquila e cada recurso novo que expliquei no parágrafo anterior é introduzido gradualmente no jogo, de modo que você não fique perdido.


A parte de combates é dividido em duas partes. Na dos episódios normais, é um RPG tático de turnos, com uma ressalva. Além dos vencer os combates, é necessário conseguir audiência, então é preciso dar um show. Como se faz isso? Obedecendo as instruções do diretor, pontos extras de audiência são dados. E no final do episódio, esses pontos se convertem em fãs e dinheiro. Cada personagem tem uma classe, classe essa que possui habilidades únicas que podem ser customizadas com o passar das temporadas.

Os personagens podem trabalhar em equipe, e essa colaboração inclusive é necessária para o golpe finalizador (cês sabem, aqueles que explodem coisas). Tudo funciona de maneira simples e intuitiva.


As batalhas de Mecha são bem simples de se executar, mas complicadas de explicar. Ela se passa em turnos. Há um icone de ataque e um de defesa, além dos golpes especiais, que pode ter um ou mais icones na tela (dependendo dos upgrades de seu mecha). Ligado ao seu icone de ataque, há uma porcentagem (de acerto) e um multiplicador (de dano), quanto mais ataque, maior o multiplicador e menor a porcentagem (diminui 10% a cada hit), e esse multiplicador de dano também serve para o boost de defesa do mecha, e para o dano causado pelos golpes especiais. O turno acaba quando o seu mecha erra o ataque, o ataque especial é desferido ou a defesa é ativada.

O turno de defesa é simples, há uma barra com diferentes cores na parte inferior da tela e um ponteiro navega por ela, da esquerda para a direita. Você precisa clicar (em qualquer ponto da tela) quando o ponteiro estiver mais próximo do centro, que vai definir a redução de dano do ataque. E após 3 ataques do seu oponente, retorna a sua vez. Cada monstro possui 3 barras de energia, e quando ele perde as três, fim de luta.


Graficamente, apesar de ser 8-bits possui cenários muito bonitos (levando-se em conta a limitação da pixelização), e apesar de a princípio eles serem um tanto repetitivos (questão de orçamento da meta linguagem do jogo, quanto maior seu estúdio, maior a variedade de cenários), eles passam a variar mais nas temporadas finais. Cada personagem possui uma característica visual única e muitas vezes pode remeter a alguém famoso, seja ator, esportista ou personagem fictício. Quanto a disposição das cores, quem cria é você, sendo tradicionalista ou maluco (Sei lá, tem gente que quer fazer sentai com roxo, laranja, marrom, branco e verde) e isso se reflete no seu uniforme, que vai se alterando conforme os novos equipamentos vão sendo comprados.

A trilha sonora é muito foda, sério, não tem outro adjetivo. Ótimos chiptunes que casam com cada momento do jogo. Seja ele tenso, tranquilo ou de reviravolta. O tema disponível não decepciona. E ainda temos dois temas cantados no jogo: O tema de abertura: "Power of Love, Chroma Squad!", cantado por Shuu Koyama (vocalista da banda japonesa Scoobie Do), e o tema de encerramento, "Be Brave", cantado por Hitomi Go.

E caso você seja um fã de longa data de Tokusatsu, espere ver um monte de referências a séries do gênero (e a outras coisas da cultura pop) durante a sua jogatina, além do que, há uma campanha extra inspirada por outro gênero, no caso o Kamen Rider, que extende ainda mais seu tempo de jogatina.

Finalizando, Chroma Squad é fantástico. Seja como meta jogo, seja como jogo. Ele entrega uma história simples, mas que se torna grande com o decorrer do jogo. Eu, que não costumo gostar de RPG's táticos, mergulhei absurdamente nesse mundinho. Se você é fã de Tokusatsu, faça um favor a si mesmo e compre ele.

Nota final: 10/10

Abaixo você confere um gameplay de quando o jogo ainda estava em Beta:



Conker's Big Reunion ganha seu primeiro trailer


O Team Dakota liberou o primeiro trailer da nova aventura de Conkers, que é uma expansão do Project Spark. O jogo será uma pequena aventura do personagem que precisara reunir seus amigos na taverna "Cock and Plucker" enquanto passa por obstáculos e inimigos.

O jogo todo foi desenvolvido utilizando da ferramenta Project Spark, exclusiva do Xbox One, e quem tiver interesse em desenvolver a sua própria aventura do esquilo boca suja, pode comprar o Conkers Mega Pack, que contém 350 itens além do jogo Conker's Big Reunion e o Champion Quest Episode 1 e custará 10 dólares.

A Microsoft se pronunciou a algum tempo alegando que essa DLC do Project Spark, não significaria que um novo jogo do Conkers vá ser desenvolvido, mas atualmente não há nada ou qualquer outro estúdio trabalhando no personagem.

Conker's Big Reunion chega no dia 23 de Abril custando 5 dólares e pode ser uma ótima pedida para aqueles que estavam com saudades do personagem.



Fonte: Eurogamer

Assista ao trailer de Deus Ex: Mankind Divided


Deus Ex: Mankind Divided ainda não tem data de lançamento, mas foi confirmado para PlayStation 4, Xbox One e PC.

Abaixo você confere o vídeo:


Trailer de lançamento do Mortal Kombat X Mobile


Mortal Kombat Mobile já esta disponível para IOS e em breve chega aos aparelhos Android - Por enquanto Windows Phone nada.




Cassie Cage apresenta seu segundo Fatality e com direito a selfie


A filha do Johnny Cage está conseguindo ser bem mais violenta que seu pai, pois esse novo fatality e de cair o queixo - Entendeu a piada?

Pra quem não entendeu, assista o vídeo: