Review: Chroma Squad


Se você é um jovem na casa dos vinte e poucos ou já passou dos trinta e tantos, possivelmente você assistiu aos Tokusatsus na manchete, não? Ou na Record, Globo, Gazeta, SBT, etc, etc, etc. Estou correto? Pois bem, na época onde o mertiolate ardia e o Biotônico Fontoura era o único contato de crianças normais ao álcool, e se permitia tudo (como bonecos de Ação de Rambo), era normal que nós, seres infantes, pequenos exus, brincássemos de lutinha, fazendo nossos próprios tokusatsus, certo? Nos anos 90 isso não mudou muito, pois muita gente brincava de Power Rangers... O que tecnicamente é a mesma coisa, já que tudo não passava de uma desculpa esfarrapada pra batermos em nossos amiguinhos e eles ainda gostarem da gente. Sim, não me olhe com essa cara que você também era assim! Viu? O fato é que adorávamos fingir que éramos nossos heróis favoritos. E um jogo recém lançado nos dá a chance de criarmos nossos próprios heróis. Falo é claro, de Chroma Squad, jogo brasileiro que permite a criação de um Super Sentai... Será que ele vale a pena?

Chroma Squad é a nova criação do Behold Studios, que você deve conhecer por causa do excelente Knights of Pen & Paper. Nele, você controla um grupo de dublês de Super Sentai que insatisfeito com as condições de trabalho em Super Rangers, decidem largar o estúdio e criar seu próprio sentai. A partir daí, eles precisam gerenciar os recursos e orçamento e elaborar os episódios com o que tiver. E conforme a história avança, as coisas se tornam cada vez mais elaboradas e incríveis. Eu não posso contar mais sobre o roteiro do jogo, que senão eu estarei dando spoilers.


O jogo é um mix de gerenciamento de estúdio de sentai (de maneira simplificada, comparando com a vida real) e rpg tático. A parte de gerenciamento depende da dificuldade em que você escolhe, mas no geral as coisas se baseiam em construção (crafting) de itens (recomendo que use o crafting para o mecha), gerenciamento de recursos (monetário e de fãs) e marketing. Além é claro, de responder e-mails de fãs, que podem lhe garantir bônus de pontos para usar melhor os recursos. Com o dinheiro conseguido nos capítulos da série (explicarei mais adiante), você pode comprar equipamentos novos, melhorar seu estúdio (que lhe garantirá bonus) e bancar a agência de marketing de seu show.




Explicando parece ser complicado, mas fique calmo que tudo funciona de maneira tranquila e cada recurso novo que expliquei no parágrafo anterior é introduzido gradualmente no jogo, de modo que você não fique perdido.


A parte de combates é dividido em duas partes. Na dos episódios normais, é um RPG tático de turnos, com uma ressalva. Além dos vencer os combates, é necessário conseguir audiência, então é preciso dar um show. Como se faz isso? Obedecendo as instruções do diretor, pontos extras de audiência são dados. E no final do episódio, esses pontos se convertem em fãs e dinheiro. Cada personagem tem uma classe, classe essa que possui habilidades únicas que podem ser customizadas com o passar das temporadas.

Os personagens podem trabalhar em equipe, e essa colaboração inclusive é necessária para o golpe finalizador (cês sabem, aqueles que explodem coisas). Tudo funciona de maneira simples e intuitiva.


As batalhas de Mecha são bem simples de se executar, mas complicadas de explicar. Ela se passa em turnos. Há um icone de ataque e um de defesa, além dos golpes especiais, que pode ter um ou mais icones na tela (dependendo dos upgrades de seu mecha). Ligado ao seu icone de ataque, há uma porcentagem (de acerto) e um multiplicador (de dano), quanto mais ataque, maior o multiplicador e menor a porcentagem (diminui 10% a cada hit), e esse multiplicador de dano também serve para o boost de defesa do mecha, e para o dano causado pelos golpes especiais. O turno acaba quando o seu mecha erra o ataque, o ataque especial é desferido ou a defesa é ativada.

O turno de defesa é simples, há uma barra com diferentes cores na parte inferior da tela e um ponteiro navega por ela, da esquerda para a direita. Você precisa clicar (em qualquer ponto da tela) quando o ponteiro estiver mais próximo do centro, que vai definir a redução de dano do ataque. E após 3 ataques do seu oponente, retorna a sua vez. Cada monstro possui 3 barras de energia, e quando ele perde as três, fim de luta.


Graficamente, apesar de ser 8-bits possui cenários muito bonitos (levando-se em conta a limitação da pixelização), e apesar de a princípio eles serem um tanto repetitivos (questão de orçamento da meta linguagem do jogo, quanto maior seu estúdio, maior a variedade de cenários), eles passam a variar mais nas temporadas finais. Cada personagem possui uma característica visual única e muitas vezes pode remeter a alguém famoso, seja ator, esportista ou personagem fictício. Quanto a disposição das cores, quem cria é você, sendo tradicionalista ou maluco (Sei lá, tem gente que quer fazer sentai com roxo, laranja, marrom, branco e verde) e isso se reflete no seu uniforme, que vai se alterando conforme os novos equipamentos vão sendo comprados.

A trilha sonora é muito foda, sério, não tem outro adjetivo. Ótimos chiptunes que casam com cada momento do jogo. Seja ele tenso, tranquilo ou de reviravolta. O tema disponível não decepciona. E ainda temos dois temas cantados no jogo: O tema de abertura: "Power of Love, Chroma Squad!", cantado por Shuu Koyama (vocalista da banda japonesa Scoobie Do), e o tema de encerramento, "Be Brave", cantado por Hitomi Go.

E caso você seja um fã de longa data de Tokusatsu, espere ver um monte de referências a séries do gênero (e a outras coisas da cultura pop) durante a sua jogatina, além do que, há uma campanha extra inspirada por outro gênero, no caso o Kamen Rider, que extende ainda mais seu tempo de jogatina.

Finalizando, Chroma Squad é fantástico. Seja como meta jogo, seja como jogo. Ele entrega uma história simples, mas que se torna grande com o decorrer do jogo. Eu, que não costumo gostar de RPG's táticos, mergulhei absurdamente nesse mundinho. Se você é fã de Tokusatsu, faça um favor a si mesmo e compre ele.

Nota final: 10/10

Abaixo você confere um gameplay de quando o jogo ainda estava em Beta:



Conker's Big Reunion ganha seu primeiro trailer


O Team Dakota liberou o primeiro trailer da nova aventura de Conkers, que é uma expansão do Project Spark. O jogo será uma pequena aventura do personagem que precisara reunir seus amigos na taverna "Cock and Plucker" enquanto passa por obstáculos e inimigos.

O jogo todo foi desenvolvido utilizando da ferramenta Project Spark, exclusiva do Xbox One, e quem tiver interesse em desenvolver a sua própria aventura do esquilo boca suja, pode comprar o Conkers Mega Pack, que contém 350 itens além do jogo Conker's Big Reunion e o Champion Quest Episode 1 e custará 10 dólares.

A Microsoft se pronunciou a algum tempo alegando que essa DLC do Project Spark, não significaria que um novo jogo do Conkers vá ser desenvolvido, mas atualmente não há nada ou qualquer outro estúdio trabalhando no personagem.

Conker's Big Reunion chega no dia 23 de Abril custando 5 dólares e pode ser uma ótima pedida para aqueles que estavam com saudades do personagem.



Fonte: Eurogamer

Assista ao trailer de Deus Ex: Mankind Divided


Deus Ex: Mankind Divided ainda não tem data de lançamento, mas foi confirmado para PlayStation 4, Xbox One e PC.

Abaixo você confere o vídeo:


Trailer de lançamento do Mortal Kombat X Mobile


Mortal Kombat Mobile já esta disponível para IOS e em breve chega aos aparelhos Android - Por enquanto Windows Phone nada.




Cassie Cage apresenta seu segundo Fatality e com direito a selfie


A filha do Johnny Cage está conseguindo ser bem mais violenta que seu pai, pois esse novo fatality e de cair o queixo - Entendeu a piada?

Pra quem não entendeu, assista o vídeo:






Mortal Kombat X: Confira o trailer de lançamento


Finalmente chegou o trailer de lançamento, então para quem ainda não viu, vale a pena ver e rever várias vezes.



The Witcher 3: Wild Hunt ganha vídeo com 15 minutos de novo Gameplay


Com pouco mais de um mês para ser lançado, The Witcher 3 acaba de ganhar um novo vídeo com 15 minutos do gameplay.


Mortal Kombat X: Goro ganha trailer e vídeos com os Fatalities


Finalmente Goro recebeu alguns vídeos exclusivos, então se acalmem, pegue um copo de água e prepare-se para o Mortal Kombat X.

Confira os vídeos:



Abaixo os Fatalities



Goro VS. Raiden (X-Ray e Fatality)


Não sei quanto a vocês, mas tenho a impressão de que o Goro vai dar mais trabalho do que os sub-chefes das franquias anteriores.

Overdose de Mortal Kombat X #2: Fatality de Kenshi, Mime Skin do Johnny Cage, Todos os Fatalities e muito mais


A ansiedade pelo novo Mortal Kombat já esta enorme e para aumentar ainda mais, novos vídeos surgiram com muitas novidades, sendo que em um deles é possível ver uma nova skin do Johnny Cage, na qual ele encarna o Ninja Mime, personagem que o consagrou no cinema. Também temos o brutality da Mileena, o Fatality do Kenshi e muito mais.

Abaixo vocês conferem o vídeo:


Johnny Cage Ninja Mime Vs. Jax Fazendeiro


O Fatality de Kenshi e seu X-Ray


Menu de seleção com todos os personagens, exceto as DLC´s e o Baraka, que não deve ter sido ressuscitado - Eu acho.


A Sonya executando um Brutality no pobre ex-marido.


Gameplay com Mileena Vs. Kenshi - Termina com Mileena executando um Brutality.


As variações da Sonya Blade.


Gameplay apresentando os golpes do Kenshi.


Fatalities do Scorpion e Kitana na versão mobile.


Fatality e variações do Kung Jin, descendente de Kung Lao.


Variações e Fatality de Takeda, filho de Kenshi e discípulo de Scorpion.


Todos os Fatalities apresentados e X-Rays


Fonte: GamesHQmedia/PS3 Brasil 

Kingdom Come: Deliverance é adiado para 2016


Kingdom Come: Deliverance é um jogo pela Warhorse, e que tinha seu lançamento previsto para dezembro desse ano,  mas assim como Uncharted 4 e Quantum Break não foi adiado para 2016, mais precisamente no verão.

Seu lançamento original estava previsto para Dezembro desse ano, mas quem apoiou o projeto no Kickstater com pelo menos 45 dólares pode ficar tranquilo, pois receberá uma versão alpha para experimentar.

Jiří Rýdl da Warhorse tentou explicar os motivos do adiamento:

"Apesar de fazermos grandes progressos todos os meses, ainda temos muito trabalho pela frente, sentimo-nos na obrigação para com os nossos apoiantes de lançar um jogo com os objetivos que prometemos e com a melhor qualidade, por isso decidimos adiar a data de lançamento para o verão de 2016."

"Fizemos um grande progresso em 2014, tal como podem ver no mais recente vídeo, dobramos a nossa equipe, nos mudamo para novos escritórios, criamos um estúdio de captura de movimentos, lançamos versões alpha, terminamos a documentação das missões, criamos um mapa maior, implementamos a inteligência artificial, preparamos materiais para novos locais, testamos as versões consola, criamos os primeiros trechos musicais e muito mais," acrescentou ele.

A versão beta será disponibilizada no fim do ano e se depender da Warhorse, eles ainda a levaram para o Early Acess da Steam, pois querem ouvir mais opiniões dos gamers.

Kingdom Come: Deliverance será lançado para PlayStation 4, Xbox One, PC e Mac, e abaixo vocês podem conferir o trailer da versão alpha do jogo:


Fonte: Eurogamer