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15 de mar. de 2011

The Shadow (Proto) (Snes)

O jogo de hoje reserva uma curiosidade bacana. Embora nunca tenha sido lançado oficialmente, versões não finalizadas do jogo vazaram e foram comercializadas. Inclusive eu mesmo cheguei a jogar o jogo por volta de 2000, 2001 numa dessas trocas de cartucho, coisa que acontecia com muita frequencia antigamente, quem tá na casa dos 20, 25 anos sabe do que falo. Entre essas trocas, lembro de ter trocado um Fatal Fury Special por um Speedy Gonzalez e trocado depois esse Speedy Gonzalez por um Fatal Fury 2, sendo que esse era cartucho de Super Famicom. Mas nessa de empresta cá, troca lá, conheci esse jogo (cujo fato de não ter sido lançado era desconhecido de mim) que, cerca de seis meses depois descobri que era baseado num filme de 94, exibido aqui como "O Sombra", estrelado por Alec Baldwin, que mais recentemente descobri ter sido baseada numa série de Quadrinhos dos anos 30.


25 de fev. de 2011

WWF Wrestlemania (Mega Drive/Super Nintendo)


Ah, a Luta Livre. O esporte nobre... Ops, complemento de frase errado! Ah, sim... A Luta Livre, um dos esportes mais estilosos do mundo, aonde visual e pancadaria se complementam. Nos anos 90 surgiram excelentes jogos de WWF, aonde podiamos surrar pessoas como Hulk Hogan, The UnderTaker, Yokozuna, entre outros, sem o menor esforço, o que seria impossível na vida real, já que o mais fraco deles tem força o suficiente para nos surrar daqui até a semana que vem sem o menor esforço. 

E o melhor deles, com certeza foi o WWF Wrestlemania Arcade, lançado pela Midway. Com jogabilidade simples, personagens em motion capture (semelhante aos lutadores dos 3 mk's clássicos), não demorou a ganhar um port para os consoles da época, o Mega e o SNES. Inclusive na época, cheguei a jogar a versão de snes no próprio videogame, e lembro, como um garoto de 9, 10 anos que tinha bom gosto e escolhia o UnderTaker (é Cyber Woo, o UnderTaker é melhor que o Doink e ponto final), porém, com a habilidade de um orangotango de luvas, levava surras abissais do próprio Undertaker (o que é completamente compreensível, nem tanto para um garoto cansado de zerar double dragon II, ou seja, derrotar os shadow warriors era moleza, difícil era ganhar do UnderTaker.). Pois bem, paremos de devaneios e vamos com o review dos ports caseiros de WWF Wrestlemania.

O jogo tem um objetivo bem simples, controlando um dos seis lutadores (versão SNES) ou oito (Versão Mega) disponíveis, ganhar o título de melhor lutador do mundo, lutando contra todos os outros. Escolhendo entre Shawn Michaels, Bret 'Hitman' Hart, The Undertaker, Doink The Clown, Lex Luger, Razor Ramon, Yokozuna (Somente No Mega) e Bam Bam BigeLow (Somente no Mega), derrote todos e adquira os cinturões de melhor do mundo.

Jogativamente, são os melhores jogos do gênero em ambos os consoles. Só há uma ressalva na versão mega drive quanto ao mapeamento de botões, que a princípio (mais pelo meu controle que é estilo ps1) é confuso. Mas nada que algumas jogatinas não resolvam. Em geral, temos dois botões para soco e dois para chute (tendo a versão snes como padrão) e um botão para defesa. Combinando alguns botões determinados você pode dar a corrida para usar a lona como estilingue e acertar golpes encaixados para causar mais dano. Usando alguns comandos conhecidos de jogos de luta (como o meia lua + chute fraco com o Undertaker) é possível executar algumas técnicas especiais. Se por um lado, o SNES tem uma funcionabilidade maior, o Mega tem mais personagens, o que dá um melhor replay value. O jogo possui apenas dois modos de jogo, em ambos você confronta lutas com os outros, e chegando nas finais, são 2 contra um, ou três contra um, ou até um survival contra oito lutadores seguidos (sempre em 2 x 1).

Graficamente, o SNES dá um banho no Mega. Como visto nas fotos, a versão de SNES traz gráficos mais parecidos com os do Arcade. Os lutadores estão bem feitos, embora só haja um cenário e isto não seja lá muito animador. (Algumas alterações nas cores dos cenários viriam bem a calhar, como no ótimo Saturday Night Slam Masters (Arcade/Snes/Mega). No mega, a limitada palheta de cores do console contou contra, embora ter Yokozuna e BigeLow possa ser um mérito do 16bit da SEGA.
Sonoramente não tem tanto destaque, as músicas são poucas e as vozes dos lutadores são genéricas, mas os efeitos sonoros são bons, e fazem referências a outros jogos da Midway, como NBA JAM (é normal ouvir um BOOM SHAKALAKA durante as lutas) e Mortal Kombat (Toasty!). Pensando bem, a trilha é realmente esquecível.

Finalizando, relacionando potência com conteúdo final, a versão de Mega perde ligeiramente, pois embora tenha mais personagens, é menos potente que a versão de SNES. Ainda assim, são ambas boas conversões, mas pecam em número de personagens, pois as versões anteriores de WWF tinham as vezes 10, 12 ou mais lutadores. Embora poder usar o UnderTaker pra dar um chute no saco de Shawn Michaels e escutar Dan Forben gritando: TOASTY! simplesmente não tem preço, por isso, WWF Wrestlemania, leva 78/100 em sua versão Mega e 82/100 em sua versão SNES.



25 de nov. de 2010

Super Star Wars (SNES)

Estou de volta, mais uma vez, depois de um período com a internet ruim. Coisas boas, muito boas aconteceram na minha vida. Pois bem, a minha última odisséia aqui tinha sido com o bacana Lemmings, hoje viajaremos para uma galáxia muito, muito distante. Sim, estamos falando de um excelente universo ficcionário com batalhas épicas, mestres saídos do Muppet Show e espadas que fazem whem! whem! whem! Falo de Super Star Wars, de Snes.
Super Star Wars
Produtora: Lucas Arts
Desenvolvimento: JVC
Plataforma: SNES
Gênero: Ação/Plataforma
Jogadores: 1

29 de out. de 2010

Lemmings (Snes)

Confesso que não conhecia essa pérola retrô até meados de abril de 2009, quando adquiri meu Guiness Book Gamers Edition 2009, numa edição do Rio Anime Club (Ou era o Anime Center? Enfim, releva). Folheando as páginas deste livro bem bacana (só não gostei do babaovismo a certos blockbusters recentes *cof cof Bioshock Cof cof God of War*), encontrei excelentes
franquias antigas, como Leisure Suit Larry, e a própria Lemmings, cujo review farei hoje.




25 de jul. de 2010

Raiden (Arcade/Mega Drive/SNES/Playstation)


Raiden/Raiden Trad

Produtora: Seibu Kaihatsu (Arcade/Mega Drive/Playstation)/Toei (SNES)
Desenvolvedora: Seibu Kaihatsu (Arcade/Playstation)/Micronet (Mega Drive)/Micronics (Snes)
Gênero: Shooter Vertical
Jogadores: 1/2
No ano de 1990, a produtora japonesa Seibu Kaihatsu lança nos Arcades, Raiden. Um Shoot em’ up vertical que se prolongaria numa série durante quase 20 anos (O último foi lançado pra Xbox 360, Raiden IV) com continuações e spin-offs. Hoje, lançaremos um olhar crítico sobre a primeira versão, que foi portada em 1991 para o Mega Drive e em 1992 para o SNES com o nome de Raiden Densetsu (Raiden Trad nos EUA). Em 1996, a versão de arcade foi portada para Playstation na compilação Raiden Project (Que engloba os dois primeiros jogos de Arcade, com seletor de tela, vidas e dificuldade)
Nota: Quando eu falar Arcade no review, contem a versão Playstation também, ok?

História:
No ano longínquo de 2191 (de acordo com a Wikipédia), as forças extraterrestres DO MAAAAAAAL invadem a terra, então cabe a você, pilotar a nave Raiden e sair atirando em tudo que se mexer e o que ficar parado também, desde que atire em você. Sem rodeios ou conflitos psicológicos profundos.
Gráficos:
Arcade:
No Arcade tudo é muito bonito, contando com “fogo” em alguns inimigos antes deles irem pro saco de vez (foi um porre fazer isso no mame e tirar a Screen), os cenários são bem detalhados e com construções bem feitas, a medida de um arcade da época. Os inimigos, apesar de variados entre si, são repetidos exaustivamente nas fases, mudando uma ou outra cor, as vezes. Muitas vezes, principalmente nos chefes, saraivadas de tiros virão em sua direção e completará o bom espetáculo de Raiden.
Mega Drive/Snes
Como estamos nos anos 90, são poucas as perdas em relação a jogos de nave portados pra consoles caseiros. (O port de SNES de aero fighters por exemplo é bem fiel, até no Engrish) Os gráficos são bem competentes, os cenários bem construídos e variados e os inimigos são un tanto genéricos. Ok, nada é perfeito. As cores são bem dispostas, começando com tons claros enquanto se está na terra, chegando ao escuro espaço sideral nas últimas fases (que são um tanto repetitivas). Os chefes são bem diferentes entre si, o que não causa aquele efeito “deja vu” no jogador. O efeito de fogo foi retirado, além de ter menos inimigos que a versão Arcade por conta das limitações dos consoles, além de ter um tipo de tiro a menos que a versão maior.
Jogabilidade:
Arcade:
Como todo Shooter vertical da época, eram dois botões utilizados, um para os tiros e um para a bomba. O legal é que havia três tipos de tiro, indicado pelo power-up,vermelho representa o tiro padrão, que conforme se vai fazendo upgrades coletados nas fases, se assemelha ao famoso spread fire de contra, o azul representa um laser que na minha opinião é um tanto inútil sozinho, com upgrades fica um pouco melhor, e o verde representa um outro laser, bem mais útil que o azul, principalmente com upgrades. A Bomba pode ser usada como escudo em certas situações, mas as vezes pode ser inútil ou tarde demais se não souber quando usar. No fim, tudo depende de reflexos, agilidade e de qual tiro se adapta ao seu estilo de jogo. Ah, no Arcade, quando o sua nave é destruída, os destroços dela podem atingir os inimigos.
Mega/Snes
Quando se passa um jogo do Arcade pros consoles domésticos, sempre é pensado em algo que não os faça ficar frustrados com a dificuldade imensa do jogo original, e isso fez a diferença em Raiden. O jogo para os padrões de shmup de hoje, não é tãão difícil, mas antigamente se perdiam fichas facilmente em qualquer boss. O jogo tem obviamente seleção de dificuldade, aumento de vidas (e de bombas na versão SNES) e a opção mão na roda para os jogadores, o Rapid Fire, que consiste em um “botão turbo” disfarçado, ativando essa opção, é só deixar o botão de tiro pressionado para fuzilar extraterrestres DO MAAAAAAAAL. A Bomba também foi reprogramada, e ao invés de destruir apenas a área da explosão, também afeta os inimigos que estiverem na tela (um baita recurso cretino, mas sou cretino mesmo, o que posso fazer?). Uma grande vantagem da versão SNES em relação a do Mega, é que quando você morre, volta do mesmo lugar, como em um shmup vertical normal, na versão de Mega, a nave volta um pouco antes na tela e tem uma pequena pausa, isso causa uma pequena “quebra” na jogabilidade do Mega, o que faz repetir pequenos trechos da fase quando morre. E como dito no trecho Arcade, o tiro verde foi removido das versões caseiras de Raiden Trad.
Sons:
As músicas e os efeitos sonoros da versão Arcade são fantásticos, embora as música sejam encobertas pelos fantásticos efeitos sonoros, tanto dos tiros quanto das explosões. Na versão mega, as músicas são fiéis as do arcade, e dá pra ouvir bem melhor, porém os efeitos dos tiros são um tanto quanto enjoativos, e isso conta contra a versão do console da SEGA. Na versão do SNES a música é bem diferente, são remixes mais agitados das musicas do Arcade e os efeitos são bem mais saudáveis que os do Mega (que parecem estar com reumatismo).
Finalizando:
Raiden é um clássico dos shmups (embora a maioria dos gamers lembre de Aero Fighters) que já tem quase 20 anos e continua sendo tão divertido quanto na época do lançamento. É um daqueles jogos em que quando você derrota o último mestre, sai gritando com o primeiro no msn: “FUCK YEAH! BOSS DE MERDA, VOCÊ JÁ ERA! MORREU, DESGRAÇADO!” e seu contato fica com cara de bunda sem entender nada!
Nota:
Arcade/PS1: 9/10
Mega: 8/10
SNES: 8,5/10
Uma galeria de imagens pode ser acessada no meu blog:

17 de mar. de 2010

FINAL FIGHT 3 (SNES)

Olá meus caros, depois de algum tempo longe dos holofotes retorno com mais uma análise, esmagadora (Qual é, preciso massagear meu ego de vez em quando também).

25 de jan. de 2010

DISGUSTING: SHAQ-FU (SNES)

As vezes nos deparamos com games que não deveriam existir, ou então aquele que tenta passar despercebido só para vender em nome de algum ator, jogador sou seja lá que diabo gerar dinheiro.
E aqui nessa sessão que falaremos sobre eles, se o game não possuir historia, ou seja muito tosco (estou falando da tosqueira ruim), controles péssimos, e tudo mais que torne o campeão das tranqueiras, concerteza vocês o encontraram nessa sessão.
Aceito dicas de tranqueiras para serem analisadas, irei conferir todas ;)