24 de out. de 2015

JOGOS DE GAME BOY QUE VOCÊ PRECISA JOGAR | PARTE 1


Tudo começou com um anúncio de jornal. Era um belo dia e eu era "piquitita" quando resolvi comprar o já antigo Game Boy Collor. A verdade é que sou uma fã confessa de jogos da Nintendo e quando vi a oportunidade agarrei na mesma hora. Com essa compra eu ganhei um Mario, mas não me lembro muito dele embora tenha me rendido horas de diversão. 

Não me lembro nem se cheguei a zerar, mas era bem bacaninha. Depois de um tempo consegui colocar minhas mãos em alguns cartuchos de pokemon. (Yellow e Silver). Não tinha nada mais divertido pra mim de ter a impressão de que eu estava viajando enquanto capturava pokemons e ia mais fundo no enredo. Nunca fui muito fã do anime, mas os jogos são muito perfeitinhos em vários sentidos. Acredito que o grande sucesso de pokemon tem como base sua imersão.

Pokemon é um marco e todo mundo sabe a razão de gostar e não gostar. Não parando no Pokemon acabei mais tarde jogando outros jogos de Game Boy e Game boy advance. Vou citar alguns jogos que marcaram minha vida nesses pequenos consoles (Não vou colocar pokemon na lista, pois seria muito óbvio)

Vamos lá:

13 de set. de 2015

REVIEW | DRAGON QUEST HEROES: THE WORLD TREE'S WOE AND THE BLIGHT BELOW



O meu primeiro contato com Dragon Quest, assim como a maioria dos velhacos que escrevem neste site, foi com o anime Fly, o Pequeno Guerreiro (Dragon Quest: Dai no Daibouken). Nos jogos, meu primeiro contato, foi com o fantástico (e dificílimo) Dragon Quest VIII: Journey of the Cursed King. Mas só fui me tornar fã da série MESMO após jogar o incrível (embora raso em alguns aspectos) Dragon Quest IX: Sentinels of the Starry Skies. 

1 de ago. de 2015

REVIEW | GAME OF THRONE - A TELLTALE GAMES SERIES

Review baseado no primeiro episódio: Iron from Ice

Eu não sou o que possa ser chamado de fã de Game of Thrones. Não tenho o menor saco pra assistir a série da HBO, mas gosto do universo rico criado por George R. R. Soares Martin e muitos dos personagens dela são carismáticos, ou odiosos em igual percentagem. Mas ainda assim não tenho tanta vontade de mergulhar no reino das Crônicas de Gelo e Fogo e Putaria. 

1 de mai. de 2015

REVIEW | CHROMA SQUAD


Se você é um jovem na casa dos vinte e poucos ou já passou dos trinta e tantos, possivelmente você assistiu aos Tokusatsus na manchete, não? Ou na Record, Globo, Gazeta, SBT, etc, etc, etc. Estou correto? Pois bem, na época onde o mertiolate ardia e o Biotônico Fontoura era o único contato de crianças normais ao álcool, e se permitia tudo (como bonecos de Ação de Rambo), era normal que nós, seres infantes, pequenos exus, brincássemos de lutinha, fazendo nossos próprios tokusatsus, certo? 

27 de fev. de 2015

REVIEW | WOODLE TREE ADVENTURES


Você jogar videogames há 20 anos (ou mais) tem lá seus pontos positivos e negativos, principalmente quando se vê o avanço dos jogos e percebe que muitos estilos que outrora dominaram o passado já não são mais tão presentes. Por exemplo, nos 32/64 bits, tinhamos Super Mario 64, Crash Bandicoot, Banjo e outros platformers, nos 128 bits por exemplo, tinhamos no Playstation 2: Jak e Dexter, Ratchet & Clank, Sly Cooper. No Wii, temos Super Mario Galaxy. Mas hoje em dia, platformers 3D são algo mais raro, difícil. Porém, algumas vezes, surge na cena índie um jogo cuja execução nos remete aos tempos de infância, onde tudo era mais ingênuo e saudável, e ficamos alegres, com o bom conteúdo que recebemos. Woodle Tree Adventures não é um desses games.