20 de dez de 2015

Meme Gamer: O que você Jogou em 2015?


Fim de ano é época de quê? Isso mesmo, de lembrar que fazem cinco anos que eu tomei um... Não, pera, não é isso... 

Fim de ano, é época de quê? Sim, do Especial do Roberto Carlos! Não, droga, não é isso, e tenho certeza de que aquele especial que passa na Globo é de 1986, com toques do Hans Donner pra envelhecer os convidados. Também tenho certeza de que os novos artistas são inseridos via After Effects. Pensam que me enganam eles, o PoVo NãO é BoBo, AbAiXo A rEdE gLoBo!

Mas não estamos aqui para falar do Roberto Carlos ou de pés na bunda. Mas sim do acontecimento que acontece (sim, foi proposital) no final do ano: O meme gamer: O que você jogou em 2015?

Pois bem, minha lista é extensa e contará com jogos que eu terminei e algumas exceções que não terminei porque tive preguiça e larguei no meio. Ou tava chato pra cacete. Ou sei lá, eu perdi o save,

Vamos em frente!

Não Terminados:


1) Yakuza Dead Souls

Eu sou um apreciador da série Yakuza, ao mesmo tempo em que nunca tive tempo pra jogar muito os jogos da série. Enfim, Yakuza Dead Souls é um spinoff no qual quatro personagens da série precisam encarar o apocalipse zumbi, bem no estilo Yakuza. Os controles são no geral tranquilos e o gameplay de personagem pra personagem varia. Há um bom sistema de parceiros e tudo mais. Não terminei porque eu tava sem o HD do PS3 quando tava na vibe do jogo e tive que desinstalar os dados dele pra instalar o One Piece Pirate Warriors.


2) Ninja Gaiden 3

Não, eu não joguei o Ninja Gaiden Sigma 1 nem o Sigma 2. Minha experiência anterior com Ninja Gaiden havia sido no NES (com o 2) e o Dragon Sword do DS. O jogo poderia ser muito bom, mas esbarra na falta de armas. E em alguns momentos extremamente desnecessários. Sério, qual a necessidade de se correr de um dinossauro. Sem contar que após um tempo sem jogar, fiquei totalmente enferrujado no jogo, então me desacostumei aos controles. Quem sabe em 2016, Ryu.


3) Dragon's Dogma

RPG de ação em mundo aberto da CAPCOM. É bom, pra caramba. Mas o problema de mundo aberto, é que eu sou tremendamente asno nesse gênero, e se não tiver uma seta luminosa bem grande apontando o caminho, eu me perco com facilidade. Hardcore de cu é rola.


4) Dragon Quest Heroes: The World Tree's Hoe and Blight Below

Eu adorei o jogo, sério, eu importei a versão japa. A questão de não ter zerado ele foi o fato de que as missões a la Tower Defense ficam tremendamente difíceis no decorrer do jogo e eu não sou o mais paciente dos sujeitos.

Tem muitos outros jogos que entrariam nessa lista aqui, mas não tenho tempo de jogo o suficiente pra colocá-los nessa lista. Então vamos:

Aos Zerados/Terminados/Finalizados (Salvados é uma expressão muito cocozenta, quem usava ela pra se referir a um jogo finalizado?)


5) Katawa Shoujo

É a segunda vez que zero este jogo, a primeira foi após uma tentativa malfadada de gravar podcast com o Cyber Woo, o Soler (lá do Quadnation) e o Tchulanguero em 2013. Agora, no primeiro dia de 2015, terminei novamente, e novamente choro. Sério, sou um gordo chorão mesmo.



6) Sonic Generations

Em fevereiro, um dos jogos que comprei junto com o PS3, foi Sonic Generations. Eu já tinha ele zerado no PC. Mas é aquilo, jogo tava barato, e porra, jogar numa tela de 42 é muito melhor que num monitor de 15.  Só penei pra lembrar como era a batalha final com o Time Eater.


7) Dead or Alive 5

A História não é algo mixuruca que nem Tekken 6 (Seriously, aquela mixaria me deu náuseas no PSP) e nem idiota como a de Soul Calibur V (Aquilo tem história?), é um modo bem longo se comparado com a maioria dos jogos de luta. Em termos de prolongamento da história, acho que só perde pra BlazBlue (onde apesar da duração, temos o ponto de vista dos personagens) e os jogos mais recentes da Netherrealm (Mortal Kombat e Injustice). Ele é bacana, e honesto. E tem um momento de reviravolta que eu particularmente não esperava.


8) Metal Gear Rising: Revengeance

Zerei de novo, dessa vez no PS3. O jogo continua gostoso de se jogar, e rápido. Valeu a pena a compra, mesmo ele sendo curto (e nem ferrando vou fazer as VR Missions, isso não é pra mim),


9) Os Cavaleiros do Zodiaco: Batalha do Santuário

Porque diabos a Namco coloca a Dimps pra fazer os jogos de CDZ eu não sei, mas aqui rolou um bocado de preguiça.
Enfim, eu gostei do jogo, me divertiu e provavelmente ainda devo pegá-lo pra fazer os desafios e transformar meus Cavaleiros em MÁQUINAS MORTÍFERAS. O ponto fraco do jogo, com certeza são as cutscenes. Pegaram os modelos usados no CdZ Sanctuary de PS2 e deram uma maquiada safada, porque este jogo de 2012 é mais feio que alguns jogos saídos em 2009. Mas, por outro lado, os cenários estão bonitos.


10) DmC: Devil May Cry

Muita coisa mudou desde que o tinha zerado no PC (no longínquo ano de 2013), como por exemplo, eu ter comprado um PS3 e Bayonetta, a falta de algumas coisinhas vistas em Bayonetta, fizeram essa jogatina de DmC não ser tão legal quanto a de 1 ano e pouco atrás.


11) K-On! Houkago Live

Mais um jogo que havia zerado no ano passado e entrou pra lista novamente. Dessa vez, fui jogando só com a Azusa. E de quebra, no pós jogo, consegui meu primeiro Rank S no Hard. Jogo ritmico, queimando os dedos.


12) Bayonetta

Muita gente reclamou da versão de PS3 de Bayonetta na época do lançamento. Depois do patch que a SEGA lançou, dizem que o jogo melhorou. Como não peguei esse mimimi, e só comprei o PS3 esse ano, pude aproveitar o jogo tranquilamente. Possivelmente o melhor título de ação do console (e da geração). Ele inclusive me fez repensar a nota que eu havia dado pra DmC tempos atrás.



13) Saints Row: The Third

Você sabe qual é a definição de insanidade? Minha sequência. Terminei Saints Row The Third hoje. Ele deveria ter sido zerado no ano passado, mas o jogo tava dando uns crashs locos, aí tive que botar ele no HD externo.



14) Dynasty Warriors 8 Xtreme Legends

Sim, mais um que zerei ano passado e repeti a zeragem esse ano. Mas é que eu tava no hype pro Dynasty Warriors 8 Empires e o Dragon Quest Heroes. Já que a KOEI não lançou o Warriors Orochi 3 Ultimate nem o Samurai Warriors 4 no PC T_T


15) Hatsune Miku: Project Diva F

Jogo de ritmo da Hatsune Miku. Levou tempo pra eu pegar os paranauês do jogo, mas consegui terminá-lo. É legal, MUITO LEGAL.


16) Ys Chronicles II +

RPG de ação a moda antiga, porém muito mais frenético que um zelda ou Chrystalis, ou qualquer outro RPG de ação 8/16 bit. História bem simples, mas honesta, sem grandes reviravoltas, mas que cumpre seu propósito.


17) Sleeping Dogs

Segunda vez que zero Sleeping Dogs (Já o havia feito em 2013), e meu, quem puder pegar em qualquer plataforma, pegue porque vale a pena (usuários de PC, PS4 e XONE, peguem a Edição Definitiva porque ela traz visual melhorado e mecânicas mais apuradas que a original). E pra quem curte artes marciais, uma das referências pro gameplay de SD foi essa cena épica do Tony Jaa https://www.youtube.com/watch?v=79ditPebZ8g



18) Batman: Arkham City

Se você é fã do Batman, precisa jogar esse jogo. Ele tira uma das coisas que eu não gostei no Arkham Asylum, a sensação de Claustrofobia, e te joga em um ambiente aberto (Mas não um Sandbox) e a jogabilidade é suave, os puzzles satisfatórios e o desafio justo. 

Ironia aleatória: Joguei no PC, com um controle de PS3 emulando o controle de 360.


19) Remember Me

 O jogo precisaria de um pouco mais de polimento nas mecânicas para ser um jogaço. Tem uma mecânica repetida, mas uma ambientação muito foda (Uma futuro distópico na França? Oh Yeah) e uma narrativa boa, apesar do final ser meio previsível. 


20) Shovel Knight

Fuck yea! Um dos jogos com o level design mais intuitivos que já joguei. Sério. As fases são desenhadas de um modo que você consegue entender o que deve fazer. O único defeito do jogo, é que esse mesmo level design exige que você faça apenas uma coisa para se passar nos trechos mais difíceis. Isso não tira o mérito do jogo.


21) Gundemonium Recollection

Bullet Hell + Steam Punk + Moe = Explosões, tiros, mais tiros e muito mais tiros e vc aí se achando o fodão.


22) Ninja Gaiden II: Dark Sword of Chaos

Muito antes do Tomonobu Itagaki comer funcionárias da Tecmo, havia um mito, uma lenda, Ryu Hayabusa era o Ninja Rei do NES (Até pq a conversão de Shinobi do NES é um lixo) e eis o ápice da trilogia. E sim, quantidade de Fucks proferidos durante a jornada foi imensa.



23) Freedom Planet

Simplesmente o melhor Sonic 2D já feito. E que nem tem o Sonic. Pois é.



24) Double Dragon II: The Revenge

 Taque pario mano, joelhada pra tudo quanto é lado. Ainda assim, o melhor da trilogia e superior a versão de arcade. Sério, controle turbo + joelhada e o jogo fica 70% mais fácil. Exceto as partes de plataforma bidimensionais. Com plataformas que se mexem ou somem. Elas foram programadas pelo coringa.




25) The Legend of Zelda

Se você conseguiu zerar isso no NES (Ou qualquer Famiclone) sem usar de QUALQUER DETONADO. Mano, eu bato palmas pra vc e se me encontrar na rua ainda te pago um salgado. Porque mesmo com um detonado do lado, alguns momentos (A última dungeon) são tensos. Mas valeu o esforço. E convenhamos e sejamos francos, esse jogo tem ZERO HISTÓRIA.



26)  Star Wars Battefront: Elite Squadron

Uma pena que após o Battlefront II, a série tenha tomado o caminho dos portáteis. Nada contra, eu achei o Elite Squadron muito bom, mas se um jogo com o calibre desses tivesse visitado os consoles contemporâneos, seria muito foda. Claro, alguns controles mereceriam uma polida nova (o combate corpo a corpo é um tanto rústico, ao menos até abrir a Classe de Jedi), mas jogar o multiplayer online no PS3/360/PC disso aqui na época seria fantástico



27) Mega Man 2

Mais uma dívida gamer paga, primeiro Ninja Gaiden, depois Zelda e agora Mega Man, se eu zerar um Final Fantasy posso considerar minha dívida gamer com a sociedade paga. Sobre o jogo, é bom pacaralho, mas depois de ter suado pacas pra chegar até o Final Boss, ele foi tão fácil que tipo... Macomo? Acho que o Inafune tava com preguiça.



28) Mega Man

Zerei pouco depois do MM2, por alguma razão zerei o 2 antes do 1. Não faço idéia do porque.



29) Contra

Curiosamente, dos contras saídos nos 8/16 bits, foi possivelmente o que menos joguei. Pq eu tive o Super Contra e pq nos 16 eu joguei o 3 pacaralho. Konami Code pra que te quero.




30) Mega Man 3

Esse é um dos meus 10 jogos favoritos do NES. Simplesmente é. Eu jogava ele, e durante muito tempo não sabia qual era o Mega Man. Aí certa vez no 99 Vidas de Mega Man, ouvi a abertura do 3 e... BANG, memória rebobinada na cabeça.



31) Mega Man 4

Eddie e sua mania de dar itens aleatórios inuteis. Aprendi com o Kyle Edwards lá do Up Up Down Down (canal de gameplays do wrestler Xavier Woods) um truque simples pra ganhar vidas com ele.



32) Mega Man 5

Uma adição útil (Beat), mas tem que ser ninja pra pegar umas letras sem morrer (Admito, consultei um detonado pra saber onde era), mas o Beat é útil demais no fim e vale a pena.



33) Mega Man 6

A Fusão do Mega Man com o Rush (na forma de armadura) é mais útil do que o Rush que havia piorado do 4 pro 5, e não vale a pena pegar o Beat aqui.



34) Super C/Super Contra

Spread Your Fire, do Angra, foi composta em homenagem a Spread Gun, da série Contra. Pq só assim pra sobreviver ao mar de cruz credos que os jogos do NES jogam contra vc.



35) Super Mario Bros. 3

Minha infância foi jogando isso, Double Dragon II, Super Contra e Ninja Gaiden II.



36) Adventure Island II

 Outro jogo que marcou a minha infância. O último mundo é cheio de armadilhas cruéis, e descobri a utilidade de uma foca roxa.



37) Star Wars: The Force Unleashed

Lembram que muita gente dizia que o PSP era o PS2 portátil? Então, o Force Unleashed de PSP é bem parecido com o de PS2, mas com um analógico a menos. É um jogo bem tranquilo, e o Force Unleashed eu já tinha zerado no Nintendo DS anos atrás. Vou assumir aqui que zerei usando um glitch inesperado.



38) Tiny Toons Adventures

 The fuckin' good old platforming days of Konami.



39) Lego Harry Potter: Years 1~4

 Meu Lego favorito era esse (até eu jogar o Lego Marvel), na versão de DS. E a versão de PSP é beeem parecida. Se por um lado, a versão DS tem o charme da tela de touch, o PSP ganha no conforto dos controles. Sem contar que esse jogo me lembrou o quanto eu AMO Harry Potter.



40) Lego Harry Potter: Years 5~7

 Olha, o jogo é o padrão Lego, mas não tem a criatividade do Lego HP 1~4 de PSP/DS. Só o zerei por questão portátil, pois podaram VÁRIOS NÍVEIS com relação as versões de PC/PS3/360



41) Chroma Squad

Novo rebento dos rapazes do Behold Studios. Ótimo mix de RPG tático com manager de sentai, sem se aproximar muito dos dois, mas sendo bastante divertido.



42) One Piece: Pirate Warriors

Como sou fã de Musou e de One Piece, esse jogo foi como uma luva. Jogabilidade simplista, visual bacana, sem firulas.



43) Lego Marvel Super Heroes

Você gosta de quadrinhos? Gosta de Lego? Esse aqui é o jogo definitivo que mistura os dois. Depois da decepção que tive com Lego Batman 3: Beyond Gotham, Lego Marvel é muitíssimo superior. Além da jogabilidade simples, e piadinhas lego (diabos, a piadinha pós créditos tem até uma referência ao Batman), ao invés de um HUD de missões simples, temos a cidade de Nova York como em um Sandbox. Valeu a pena ter morrido um dinheiro nesse joguinho aqui.



44) Street Fighter x Tekken

 Lembro de ter testado o jogo na BGS de 2011, pq PQP, era Street Fighter IV + personagens de Tekken, do Caralho, mano! Aí chega o jogo final, adicionaram gemas, e... Fuen... Resumindo, preferi a versão que testei na BGS que não tinha as gemas. É aquilo, dá pra jogar, de boas, é meio desbalanceado pro lado do Street, mas vc não morre se ficar sem jogar.



45) Sengoku Musou 3 Z Special

Adaptação do Sengoku Musou 3 Z/with Moushoden ou Samurai Warriors 3 Xtreme Legends pro PSP. É musou, eu me divirto, mas francamente, depois de eu ter jogado o Dynasty Warriors 8, fica difícil jogar um musou levemente mais cadenciado. 



46) South Park: The Stick of Truth

Tinha zerado ano passado quando lançou pra PC. Agora, dever cumprido no PS3, e ao menos não tinha aquele bug no aborto da máquina que rolou na versão de PC.



47) Gustavo's Adventures

Esse jogo é um CRÁSSICO da Comédia em RPG Maker. Ele pode não ter sido tão marcante quanto a trilogia do Rygar (cujo terceiro jogo eu descobri outro dia), mas é muito engraçado. Talvez pros padrões chatos de hj ele não seja tããão engraçado quanto em 2003/2004, mas sim, tem seus momentos.



48) Dragon Ball XenoVerse

Apesar de eu ter gostado muito do jogo, o final dele é muito, mas MUITO estressante. Desbalanceamento de dificuldade que vem desde o tempo do PS2.



49) Soul Gambler

 É uma visual novel brasileira. Escolhas, e visual estilizado em quadrinhos. Curtinho, curtíssimo, mas até que valeu a pena jogar. Além do mais, peguei de graça no Splitplay.




50) One Piece: Pirate Warriors 2

A melhor coisa pra se definir Pirate Warriors 2 é o título do Review do Kotaku (acho que americano) sobre o jogo: Um passo adiante e um passo atrás. Se por um lado, temos umas melhorias, no quesito condução de missões temos um retrocesso chato.



51) Samurai Warriors 4

Eu tenho mais de 100 horas de jogo. O Modo Chronicles é extremamente viciante. Pena que não tem rotas alternativas. É o jogo que tenho que mais estou próximo de platinar.



52) Sono Hanabira ni Kuchizuke o: Anata o Suki na Shiawase

Visual Novel com temática escolar e Yuri (lésbico), contém cenas de sexo e pans, e é curtinha, da pra terminar rapidão. E é daqueles jogos que se vc se insere no mundinho proposto, vc fica feliz de terminar.



53) Rygar e os Soldados do Rei

No início da década passada, ao invés de pensarem em scripts e sistemas de combate, a turma procurava criar RPG's que elas queriam jogar e se divertir no processo. Rygar e os Soldados do Rei é isso. Curto e engraçado.



54) Rygar contra o Império do Mal

Sequência megalomaníaca de Rygar e os Soldados do Rei, um mundo maior, quests maiores e dois finais diferentes. Esse exige tempo e paciência



55) Dynasty Warriors 8

Nunca fiquei tanto com o cu na mão jogando algo. É aquela ânsia de saber que o seu personagem favorito pode morrer após tal missão, que é tenso. Infelizmente é inferior ao Samurai Warriors 4



56) J-Stars Victory Versus +

Beeeeeeem mais ou menos, mais ou menos, online com laaaags, campanha MUITO REPETITIVA, só vale o fanservice.



57) Asphixia

Uma visual novel que fala (de maneira muito inteligente e sensível) sobre a depressão e reimagina alguns poetas ingleses como garotas modernas. Tem um estilo de arte um tanto diferente, mas é bem escrito. 



58) One Piece: Pirate Warriors 3

Depis do gosto amargo que o 2 deixou (apesar dele ser um jogo "bom"), o 3º Pirate Warriors entrega mecânicas melhoradas, storytelling melhorado (apesar de pular umas coisas que o 1º PW mostrou). E também é o Pirate Warriors que me deu a maior percentagem de troféus apenas pelo modo história, hihi.



59) Os Cavaleiros do Zodiaco: Alma dos Soldados

 Uma versão melhorada e mais legal do Chatos Soldados (que pulei). Eu gostei bastante do jogo, mas acho que deviam ter colocado mais espectros e não terem só focado nos de sempre. A adição de Asgard e das armaduras divinas de Soul of Gold foi boa. Por outro lado, as cutscenes parecem as do One Piece: Pirate Warriors 2 (preguiçosas) e as legendas possuem erros de espaçamento entre as palavras, alguns erros de digitação e em o Shaka tá com os golpes do Aioria (na listagem de golpes do R2).

A dublagem tá muito boa, mas com ressalvas, não nas trocas de vozes, mas na maioria das vezes elas soam picotadas nas cenas, pra acompanhar a legenda e soa estranho. 

A trilha é maaaais ou menos. As musicas do combate, apesar de generic style, são competentes, maaaas as musicas de cutscenes são um horror.



60) Força da Amizade

 Um jogo criado por ninguém menos que eu mesmo, há 12 anos atrás, quando eu era um jovem infante aprendendo a mexer no RPG Maker 2000. A Internet não era tão rápida e nem tinhamos recursos. O pior é que o jogo me fez lembrar de um monte de gente que estudou comigo na oitava série.



61) WWF: Wrestlemania Arcade

Foi esse jogo que acendeu a minha paixão pela luta livre, há uns 18, 17 anos atrás, quando uma colega de turma emprestou ele pro meu primo (eu ainda n tinha SNES na época), e ainda hoje o jogo tá bem legal, apesar de eu não saber bem alguns comandos



62) WWF: In Your House

Sequência do WWF Wrestlemania, contém um roster maior que a versão de arcade do Wrestlemania, os cenários estão criativos, mas os gráficos num geral poderiam ser melhores. E quanto menos falarmos dos controles, melhor.



63) WWE 2K16

O último jogo da WWE anual que eu havia jogado era o Smackdown vs RAW 2010 (ou 2011) no PS2, e com o maior roster, WWE 2k16 entretém muito mais que seu limitado antecessor. Pena que a versão da old gen não tem o my Career, mas o 2K Showcase (com a carreira do Stone Cold Steve Austin) e o WWE Universe seguram a peteca, assim como a jogabilidade até que simples.



64) Warriors Orochi 3

Ele usa a engine do Dynasty Warriors 7, então é um pouco datado em relaçaõ a outros musous, mas ainda assim recomendo pros fãs do gênero. E pra dizer mais, como prova de boa vontade, o jogo ficou bem portado na versão de PSP.



65) Klonoa: Door to Phantomille

 Pendência do ano passado. Superado. Ótimo platformer, recomendo pela temática, controles e gráficos impressionantes pro PS1.



66) Samurai Warriors 4-II

Em uns pontos melhor que Samurai Warriors 4 (rebalanceamento de mecânicas, volta do modo survivor), em outros, inferior (tiraram o viciante modo Chronicles). De resto, um jogo bastante sólido, inclusive no PC. E esse é um dos jogos que encher o peito e dizer que ajudei a trazer pra PSN Brasileira. 



67) Tales from the Borderlands Episode 1: Zer0 Sum

Eu não sou lá muito chegado nos adventures da Telltale (lembro toda a dor e sofrimento de tentar me importar com os personagens de Game of Thrones), então fui sem expectativa nenhum jogar esse aqui. Fui surpreendido com o clima leve e a narrativa divertida, que tornam o sistema meio chato de adventures da Telltale, aturável, e no fim a experiência é fantástica. Minha surpresa do ano para este aqui.


Estes foram os jogos que lembro de terem passado por mim e serem finalizados. Alguns não. Existem alguns para celular. No fim, essa é minha enorme lista. Sorte eu ter organizado essa bagaça no meu facebook e lembrar de umas zeradas que esqueci de organizar. 

Seguem abaixo os participantes do Meme:


Categoria: Blogs/Sites

Arquivos do Woo ——————- Cyber Woo
Desocupado ————————- Breno Barbosa
Gameniaco ————————– Eduardo Farnezi
Gamer Caduco ———————- Gamer Caduco
Marvox Brasil -------------- Marvox
Point Games Brasil —————– Willi Weiss
QG Master ————————— Marcos Vieira Machado
Round ONE Games —————– Fúria
Santurário do Mestre Ryu ——— Mestre Ryu
Vão Jogar! ————————— Rafael “Tchulanguero” Paes
Vão Jogar! ————————— Ângela “sucodelarangela” Caldas
Vão Jogar! ————————— Hugo “Somari” Couto
Vão Jogar! ————————— João Roberto
Videogames com Cerveja ———- Felipe B. Barbosa

Categoria: Podcast

ChampzCast ———————– Hugo Varani
ChampzCast ———————– Equipe

Categoria: Canal

Gebirge BR ———————– Gebirge
Jornada Gamer —————— Usopp
zeroplay4fun ——————— thr2e
Ficou assim porque peguei direto do blog do Marvox. A lista será atualizada assim que os demais participantes postarem suas listas.

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