8 de fev de 2015

Review: Fairy Bloom Freesia


Hoje em dia, com o Greenlight, é relativamente fácil um estúdio pequeno colocar seus jogos a venda no Steam, mas há alguns anos, isso não existia, e para poder vender seus jogos no Steam, os estúdios deveriam estar sob as asas de alguma publisher. Nesse meio, algumas pérolas são encontradas. No caso, a Capcom (E posteriormente a Nyu Media) ajudou o estúdio Edelweiss a publicar no Steam, Fairy Bloom Freesia.

Freesia é uma fada, e no mundo do jogo, as fadas são responsáveis por proteger as florestas de todo o mal e ameaças que aparecerem por lá. E como uma fadinha protege uma floresta? É Claro, que usando a famosa diplomacia americana, os punhos. E quando um grupo de humanos está de olho na floresta de Freesia, as coisas começam a se complicar.


Fairy Bloom Freesia é sequência de um jogo um tanto obscuro, Fairy Bloom, que é disponibilizado gratuitamente pelos próprios desenvolvedores (ele é bem rudimentar, quem quiser baixar, aqui ó "Fairy Bloom") e de um jogo para outro, percebe-se a evolução. O jogo é um beat'em up de arenas em 2D com gráficos tridimensionais... E Freesia tem capacidade o suficiente ao evoluir seus atributos para derrubar um tanque de guerra. É tudo abissalmente simples, mas ao mesmo tempo tem uma complexidade na hora de aplicar os combos.


As fases são chamadas de Dias, e a cada fase pode-se adquirir novas técnicas, utilizando os pontos de Mana (conseguidos ao derrotar os inimigos) e assim se evolui o personagem e o transforma em uma máquina de combate. O jogo tem dois modos básicos, História e Survival (Guardian, liberado após vencer o modo história uma vez). Caso você tenha terminado o modo história, pode recomeçar com suas habilidades já uppadas, aumentando o valor Replay e importante para a busca de Achievements.
Graficamente, para um jogo independente, é bem bonito, usando um meio Cellshading, mas não completamente. Uma pena os inimigos serem bastante repetitivos, isso contrasta com os humanos (e fada) do jogo, que são bem bacanas.

 Os cenários são bonitos, e cada um deles reflete uma estação do ano, com exceção do último, que é um pouco mais cavernoso por conta da situação. A maioria das cenas são feitas com imagens e diálogos, e algumas são com gráficos do jogo mesmo.


Sonoramente conta com melodias boas, alegres na maior parte do tempo, mas são pouquíssimas, o que nos faz enjoar delas mais rápido. A dublagem é quase inexistente, meia duzia de falas em japonês. Não que o jogo precise, mas apenas para constar.

Finalizando, pegar ou não Fairy Bloom Freesia, é completamente pessoal. É um bom jogo, mas talvez o preço (R$ 14,99) não compense para alguns jogadores. Se tiver uma promoção, vale totalmente a pena.

Avaliação:

S (Fantástico)
A (Muito Bom)
B (Bom)
C (Dá pra Jogar)
D (Por sua Conta em Risco)
E (Não instala isso porque pode ser vírus)


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