Archive for 01/06/10
MUSAS RETRÔ: HILDEGARD VALENTINE (SHADOW HEARTS: FROM THE NEW WORLD)
Posted by Unknown
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Musas Retrô
Se você não conhece a franquia de RPG's Shadow Hearts, não fique desesperado, você não é a única pessoa. O primeiro título foi engolido pelo hype de Final Fantasy X (foi lançado apenas uma semana depois de FF X no ocidente), mesmo contando com um interessante sistema (O Judgement Ring) e ter sido desenvolvido originalmente para o Playstation One (O projeto mudou do PS1 para o PS2 no meio do caminho), o que explica a diferença enorme entre as duas primeiras partes.
Esse cosplay é da personagem Hildegard Valentine, personagem do terceiro jogo da série (Quarto na cronologia da série, pois ainda há um prequel, chamado Koudelka, RPG de estratégia para o PS1), Shadow Hearts: From The New World.
A cosplayer é a Minako (Juliette), a mesma que fez a Ulala do post anterior.

Monaco GP (Sega Ages 2500)
Produtora: 3D Ages
Distribuidora: SEGA
Plataforma: Playstation 2
Jogadores: 1-4
Gênero: Corrida
Pouco tempo após o fim do Dreamcast, a SEGA resolveu lançar remakes de seus clássicos, na segunda versão da série Sega Ages (A anterior saiu para o Saturn). O primeiro volume foi o fenomenal Phantasy Star Generation, digo fenomenal, pois apesar do orçamento do jogo ser bem baixo (chutaria como 3 sacos de bala juquinha mais uma caixa bis), o jogo recebeu um belo tapa no visual, no áudio e conta com parte do enredo reescrito, o que por incrível que pareça, deu mais consistência aos fatos. O Segundo volume da série (que teve 32 publicados entre 2002 e 2008) foi Monaco GP (não confundir com o clássico Super Monaco GP), que ficou exclusivo (em consoles, pois a versão original foi lançada 4 anos antes no arcade) do SG-1000, um dos antecessores do Master System e que é o game do qual falaremos hoje.
Antes de mais nada, essa não é a mesma cosplayer apresentada no meu blog. (aquela é a francesa Juliette, que também fez a Ulala que você pode ver aqui no Blog, a propósito, a Juliette tem umas belas pernas) Então, vamos sem mais delongas a Blaze Fielding, de Streets of Rage:
O jogo Brasil x Costa do Marfim já começou... E daí? Se um bando de marmanjo ganhar, isso não vai influenciar em nada a minha vida! Enfim, a partida já começou e vamos nós aqui com mais um capítulo da saga das continuações...
Essa é (temporariamente) a última parte da matéria de continuações, pois a criatividade não anda tão em alta essa semana (culpem o Become a Legend do PES 2010, me viciei naquela coisa XD ) e eu to esperando um e-mail de uma pessoa. Então, vamos nessa:

Antes de mais nada, vou dizer logo de cara: Eu tenho uma Tara pela Ulala. Pronto, confessei. E é só por isso que estou colocando essas fotos no blog. E porque Space Channel 5 é um clássico do Dreamcast, que foi portado para o Playstation 2 um tempo depois.
E bem, a história desse post começa numa caçada por fotos de cosplayers da Blaze Fielding (Streets of Rage) e acabei chegando na galeria dessa francesa de nick Minako Aino (Pra quem não sabe, é a Mina de Sailor Moon) lá no Cosplay.com e bem, eu já disse que tenho uma Tara pela Ulala?
A roupa de couro curtinha, e as pernas... Hm... Bem, deixa eu terminar o post com mais duas fotos!
E desculpem, mas deixa eu ir pegar meu babador, pois eu já disse que tenho uma tara pela Ulala?

O jogo que marcou o fim do elo, que antes parecia inquebrável, entre a Nintendo e a Square: Final Fantasy VII. De acordo com a criadora da série isso ocorreu por causa da insistência da Nintendo em continuar usando cartuchos (o que foi que aconteceu no próximo console da empresa na época, o Nintendo 64). Qualquer um que já tenha jogado Final Fantasy VII sabe que o game, cheios de vídeos em CG, não conseguiria ter todo o seu conteúdo em um mero cartucho. A mídia CD é muito maior que o hoje aposentado cartucho, e mesmo assim, Final Fantasy VII teve que ser dividido em 3 CDs, pois o jogo era realmente enorme em seu conteúdo!
Revolucionário!
Foi o primeiro jogo da série a utilizar gráficos em 3D, o que na época foi algo totalmente inovador em um jogo do gênero! Final Fantasy VII também fez com que a série saísse do ambiente medieval (o que já havia ocorrido em menor escala em FFVI), tendo personagens e cenários com uma roupagem futurística. Mas isso não foi proposital, por incrível que possa parecer.O que aconteceu é que os desenhos de Amano (que trabalhou em jogos anteriores da série) não ficaram bem em 3D, o que fez a Square passar o design dos personagens para Tetsuya Nomura. Amano só voltaria a trabalhar na série novamente no nono jogo, onde finalmente, com o domínio pleno da tecnologia do Playstation em relação a gráficos, seus personagens em estilo medieval puderam novamente dar o ar da graça com perfeição.
O protagonista!
O protonista do jogo é Cloud Strife, um ex-membro da Shinra. Atuando atualmente como um mercenário, ele ajuda o grupo Avalanche por causa de sua amiga de infância chamada Tifa. Barret é o líder do grupo Avalanche, e sua meta é deter a maldita empresa Shinra, de levar o mundo para uma completa destruição, pois esta suga incessantemente o “Lifestream” do planeta.
No decorrer da aventura novos personagens vão se juntando aos iniciais, e cada um deles possui uma estória profunda e que é muito bem explorada no jogo, caso o jogador assim queira. Até mesmo personagens opcionais como a ninja Yuffie Kisaragi e o misterioso Vincent Valentine possuem muita estória para contar.
Alguns personagens se destacam dentre os demais!
Agora dentre todos os carismáticos personagens que Final Fantasy VII trouxe ao mundo, realmente há um que se destaca: o vilão Sephiroth. Ele é para o mundo dos games, o que Darth Vader ( da série Star Wars) é para o cinema! Sem querer exagerar, Sephiroth é realmente um dos vilões mais amados e odiados da história dos videogames!Deixando Sephiroth de lado, outro personagem que se destacou na trama de FFVII foi sem dúvida a adorável e doce Aeris. Mesmo participando somente da parte inicial do jogo, ela realmente marcou para sempre os fãs de FFVII.
Materia?
Uma grande novidade trazida por FFVII, e cujo esquema um pouco semelhante acabaria sendo também utilizado no jogo posterior a ele, foi que os personagens não possuíam uma classe definida. Por meio das “Materias” o jogador podia permitir, por exemplo, que todos os seus personagens fossem capazes de se utilizar de magias, sejam elas “Negras” ou “Brancas”. Mas as “Materias” também determinariam outras características dos personagens que as estivessem portando, como a possibilidade de roubar os inimigos ou até mesmo invocar criaturas místicas para ajudar durante as batalhas.
Gráficos
Bem, vamos falar então do jogo em si! Graficamente FFVII hoje pode ser considerado até um jogo feio, mas para a época em que foi lançado trazia gráficos inovadores para um jogo do gênero. Com seus gráficos 3D, realmente este jogo representou um salto gigantesco em termos de qualidade gráfica se comparado com os jogos anteriores da série. E a adição de ótimas cenas em computação gráfica (CG) no decorrer da estória do jogo, fez com FFVII fosse algo realmente revolucionário para sua época!
Efeitos Sonoros e Trilha Sonora
Os efeitos sonoros eram bem tradicionais, sendo que os jogadores mais veteranos na série logo iriam reconhecer em FFVII algum tipo de som já usado anteriormente em outro jogo da franquia. Isso já é uma marca registrada da série, onde a Square sempre fez questão de manter uma tradição em relação aos efeitos sonoros. FFVII pode não ser o jogo com os melhores e mais inovadores efeitos sonoros, mas tem o mérito de todos eles cumprirem bem o seu papel durante o jogo.Já em relação a trilha sonora como de costume, é só elogios! Músicas fantásticas são um dos pontos mais fortes na série Final Fantasy, e em seu sétimo jogo não poderia ser diferente! Mesmo não podendo utilizar todo o poder sonoro do PlayStation, já que FFVII era a primeira investida da série em um console da Sony, era inegável a qualidade sonora obtida neste jogo! O maestro Nobuo Uematsu estava mais uma vez inspirado, e criou temas inesquecíveis como “Aerith’s Theme (o tema de Aeris)”, que é tão belo e triste que fez até mesmo marmanjões derramarem lágrimas. Outro tema que se destaca é com certeza a música “One Winged Angel”, o tema final do vilão Sephiroth, com sua introdução bem no estilo “Hitchcock” e seus belos coros! As demais músicas do jogo são todas ótimas, e fazem com que o jogador sinta na pela todas as diversas emoções que ele encontra durante a aventura de Cloud e cia.
Jogabilidade
A jogabilidade é bem tradicional, mas claro, tem suas inovações, graças às novidades que FFVII trouxe para um jogo da série. Foi neste jogo que o hoje obrigatório “Limit Break”, que em outros jogos recebeu nomes diversos como “Trance” em FFIX ou “Overdrive” em FFX, apareceu pela primeira vez, o que com certeza deixava o jogo ainda mais divertido. Nada melhor do que poder “apelar” com aquele adversário que está literalmente surrando um de seus personagens. Em suma, FFVII traz todos os costumeiros comandos básicos encontrados nos jogos anteriores da série, que não há como nenhum jogador reclamar.
Dificuldade
A dificuldade do jogo depende mais do jogador. Se o mesmo se dedicar a travar batalhas para aumentar o nível de seus personagens, desenvolver bem suas matérias para que possa ter as melhores magias e status, e também acumular dinheiro suficiente para sempre poder comprar as melhores armas e acessórios, não enfrentará grandes dificuldades no jogo.Claro que algumas partes do jogo e alguns chefes irão exigir mais do jogador, mas se ele se preparar bem antes, tudo será mais fácil. Os labirintos encontrados no jogo não são tão complexos, diferente de alguns RPG que possuem labirintos enormes e dificílimos. FFVII realmente não é um RPG difícil.
Conclusão
FFVII foi sem dúvida um jogo que marcou toda uma geração de fãs de RPG, sendo considerado até hoje por muitos, como o melhor jogo do gênero já criado. Suas inovações e estória complexa são os dois fatores essenciais que garantem sua longevidade, além de claro, a enorme diversão que o jogo em si proporciona aos jogadores. É até agora o jogo da franquia Final Fantasy a receber o maior número de continuações, e das mais variadas formas possíveis, que vão desde animações até novos jogos, ambos contando fatos ocorridos antes ou depois dos acontecimentos narrados no FFVII original.
Ficha Técnica:
Ano de lançamento:1997
Plataformas: PlayStation e PC
Fabricante: Square (hoje Square Enix)
Gênero:RPG
Análise escrita por: André Breder Rodrigues
Pessoalmente, essa não é a melhor parte da matéria, essa semana foi extremamente cansativa pra mim e ontem fui a um casamento que nem foi tão bom assim, mas ainda assim estamos aqui, firmes e fortes.
Estamos de volta mais uma vez e a criatividade (ou os jogos que eu considero legais pra caramba e que não adentraram a era pós playstation) está indo pro ralo, então... Como sou eu que escrevo isso, se ficar ruim a culpa é de vocês, porque como diz o Homer: A Culpa é Minha e eu ponho em quem eu quiser! Então, vamos com a lista dessa semana:
Tudo bem, eu sei que a autoridade em Castlevania aqui no pedaço é o Breder e tudo o que eu disser aqui pode e será desmentido por ele, hehe XD. Enfim, vou falar aqui da versão Arcade de Castlevania, que foi portada para PS2 em 2006, então vamos embarcando nessa nóia aí que eu to sem saco hoje (sério, abandonei a tradução de uma notícia sobre o novo MK por conta do cansaço).Pois é, semana passada tivemos uma lista com 3 jogos que seriam legais se tivessem continuações, que só ficou curta porque eu tava cansado pacaralho. Pois bem, essa semana continuamos com mais divagações:

1) Streets of Rage 4
Esse aqui eu não falei por preguiça na semana passada, e o Gabriel (GLStoque) cobrou inclusive. Streets of Rage é um clássico da SEGA, fez bonito nas 3 versões (Ok, o 3 é tecnicamente melhor, mas a SOA fez uma cagada imensa no roteiro e o jogo não foi totalmente finalizado). Houve uma tentativa de fazer o SOR 4 para o Dreamcast, mas a SEGA cancelou uma porrada de jogos com o fim do console. Então, cabe a nós imaginar como seria uma quarta versão de SoR. O que a SEGA deveria fazer para o SoR se tornar um Game of Year? Ou pelo menos marcante para os fãs!

Hoje, enquanto voltava para casa, peguei um baita engarrafamento em Madureira, e não deu pra escrever a segunda parte da matéria sobre continuações. De Domingo não passa, prometo! XD Enquanto isso, uma resenha que escrevi ontem, após uma intensa jogatina do jogo em questão, então galera, vamos nessa!
